Antes de começar a falar a respeito da ideia principal do post, gostaria de esclarecer um comentário feito anonimamente, no post anterior. Querido anônimo, acho que sua interpretação não foi suficiente para perceber que, primeiramente, a "briga", que da minha parte, só teve argumentos, não aconteceu no Twitter, e sim, no Facebook. Além disso, eu não cacei a discussão. Eu só comentei em uma postagem de um amigo, sobre uma foto qualquer que comparava o Freddie e o Justin e uma amiga dele que quis me converter pra eu aceitar o Justin Bieber, de tão moralistas que eram os comentários da criança. E, criticar com argumentos, não é tacar ovos, pois todos temos direito de opinião E expressão de opinião, desde que expresso com educação, o que é a mim é habitual.
Ah... Outra coisa: Sua provocação citando a Lady Gaga não surtiu efeito rs Na música, não há cadeia alimentar. Isso é na Biologia. E, eu nunca afirmei aqui que ela é original. É claro que ela não é original. Nenhum artista é original. Ninguém no mundo é original. Tudo o que é criado nesse mundo, sempre possui referências a algo pré-existente. Mas, não vou me aprofundar, pois já escrevi sobre isso nesse post
aqui. E ela não é essa coca-cola toda mesmo não, mas revolucionou o pop, que até uns tempinhos antes dela surgir, estava mais ignorado que classificação indicativa de filme pornô rs Ah... E quanto à simbologia que ela usa, eu te afirmo: Não é igual aos dos demais cantores pop, como você disse. Mas isso é assunto pra um outro post. Obrigado por sua visita e comentário. :)
Enfim, hoje, vou falar sobre a filha mais bem-sucedida da tecnologia: A Internet. Ela nasceu pequena, mas hoje é comparada ao tamanho do Universo. Eu discordo, pois no Universo, tudo é longínquo demais, tudo é obscuro demais, gélido e monótono. E Internet é o oposto disso. Internet é mar. Agitado, profundo, impulsivo, porém, acessível. Acessibilidade esta, que transformou 60% de cidadães brasileiros em internautas. Internautas que podem ser sub-divididos em três grupos: os banhistas, os navegadores e os mergulhadores. Qual a diferença? Veja a seguir:
Os banhistas são os farofeiros que não dividem seu frango com ninguém. Egoístas e mesquinhos, só entram nas redes sociais com o intuito de divertirem-se ofendendo, arrumando briguinhas bobas, como no caso dos funkeiros e rockeiros, evangélicos e ateus, no Facebook, e fãs de Britney Spears e Madonna contra fãs de Lady Gaga, no Twitter. É triste saber que, em pleno 2012, ainda há gente brigando por ritmo musical, aliás, por gosto musical do próximo, como se ele não tivesse um par de ouvidos e livre arbítrio para poder ouvir o que ele quiser... A televisão já é tão burra, então pra que fazer da Internet um canhão propagador de idiotices e imposições toscas? Os banhistas da Internet opinam como se quisessem MUDAR o pensamento alheio, como se isso adiantasse em algo. Imagina se um funkeiro brigasse comigo por eu gostar de jazz e eu passasse a ser seguidor dos MCs? O mundo seria um caos, não?
Avançando um pouquinho, já entrando na água agitada desse mar, encontramos os navegadores, aqueles que nunca se aprofundam em quase nada. Deles não têm muito o que se falar... Usam a ferramenta mais por obrigação do que por opção. Usa a Internet de modo individualista, desbrava só o que lhe convém, não compra nem gera brigas ou discussões, e ainda a considera como algo dispensável, de puro luxo, ma se esquece de que sem ela, o seu navio - ou canoa - não tem como navegar.
E os mergulhadores são a minoria. São aqueles que valorizam e reconhecem a dimensão disso tudo e adora explorar tudo de útil que isso aqui tem. Compartilha opiniões e novidades de forma inteligente, interage de forma eficaz, não usa as águas em que mergulha por puro deslumbre ou passatempo. Se aprofunda, sempre em busca de ferramentas interessantes e úteis para o seu dia a dia. Usa a Internet como extensão de sua vida, mas de forma sadia. Já compreendeu que a proposta disso tudo que nos prende teclando, clicando, logando, upando, baixando e blogando é, apenas, fazer com que os demais mergulhadores aproximem-se fisicamente e psicologicamente. Já entendeu que essa rede é pra todos nós e que nós merecemos nos conectar com pessoas e tribos que valem a pena, mas sempre, admirando a beleza dos cardumes de conhecimento e funcionalidades que esse oceano nos oferece.
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*Leia também os posts anteriores sobre a tecnologia e Internet: